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Plantas naturais ou permanentes invadem todos os espaços da decoração Há quem sonhe com uma grande casa rodeada por um belo jardim.

O problema é que está cada vez mais difícil nas grandes cidades, por uma questão de localização, segurança, ou mesmo orçamento, morar em um local que permita ter um jardim próprio. Mas para quem mora em apartamento e gosta de verde, é possível criar um espaço bonito e arejado para quebrar a monotonia das paredes de concreto. Basta querer.
Segundo a arquiteta Simone Ito, tudo depende do perfil do cliente e do espaço disponível no apartamento. “Algumas pessoas gostam de plantas naturais e têm disposição para cuidar. Outras não têm tempo para essa manutenção ou desejam espécies que não se desenvolveriam dentro do apartamento”. Ela explica que esta análise é o ponto de partida, para pensar na viabilidade de vasos pequenos em cima de um móvel, vasos grandes no piso da sacada, um jardim vertical, uma mini-horta, ou flores de corte em vasos por todo o apartamento.
O local ideal é ter um espaço na sacada, ou varanda, “pela presença de luminosidade mais intensa”, seja direta ou indireta. “Seguindo esse apelo pela praticidade, comecei a me interessar pelas “suculentas”, plantas de clima seco que não precisam de muitos cuidados. Há uma variedade imensa de formas e cores, geralmente são vendidas em vasos pequenos, e há até quem as colecione”, diz a arquiteta. Outra opção são as flores de corte, como copo de leite, a estrelícia, a helicônia, a astromélia e o lisiantos. “São ótimas para renovar a decoração, já que duram ficando bonitas por volta de dez dias”, destaca Simone.
Para quem não quer se preocupar com a manutenção, o jeito é apostar em plantas permanentes, que aliam estética e praticidade. “Gosto de garimpar espécies que só as lojas especializadas oferecem, para indicar arranjos com combinações únicas, elaboradas especialmente para cada cliente.”
Ela lembra que o bonito é imitar a natureza, sejam as plantas usadas verdadeiras ou permanentes. “Gosto quando os arranjos têm cores, formas e texturas variadas, como acontece numa paisagem real. É possível reproduzir esta complexidade tanto numa grande varanda, com vasos de piso, quanto em minijardins, que já são tendência no exterior.”
O importante é não sair comprando flores e folhagens aleatoriamente. O paisagista Gustavo Cavalcante, por exemplo, ajuda os clientes a criar paisagens verdes minimalistas em casa com as plantas certas. “Se a pessoa gosta de flores ela pode usar antúrio, miniantúrio ou bromélia que é muito resistente à sombra. Se a pessoa quiser um vaso, a opção é usar dracena, pleomele ou licuala.” Para quem tem espaço, ele sugere usar vasos estilo bacias, com duas ou três espécies de plantas, pedras brancas e pino, para decorar.

Fonte: Folha de Londrina via Secovi PR

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